Faz uns três anos que eu perdi uma lembrança de mamãe,uma jóia que ela havia me dado... e de todas as jóias que tive esta sempre foi a minha preferida. Estava arrumando um armário que tenho na sala, onde guardo minhas contas, cartão de vacina, álbuns e carteiras antigas. Em uma destas carteiras tem um santinho da morte de mamãe, novenas e carteira do INSS. Nesta carteira tem uma divisão com zíper, onde eu guardava esta jóia, uma Nossa Senhora, Imaculada Conceição, com um laço de filigana sobre ela, com uma argolinha para colocar no cordão. Minhas irmãs devem lembrar bem desta jóia, que papai deu para mamãe e que ganhei dela. Estava sem poder usar, porque a argolinha quebrou, deixei que ela ficasse guardada nesta carteira dentro da divisão com o zíper. Fui arrumar a carteira e deixei a santinha cair, estava na sala, eu e um ajudante que tínhamos muito antigo. Por mais que procurasse não conseguimos achar. Pensei com meus botões, se este rapaz não fosse de toda confiança, ele sendo evangélico, podia dar fim a minha Santinha. O rapaz meses depois sofreu um acidente e faleceu, e eu sempre que pegava a carteira ainda olhava se eu não tinha me enganado e que talvez a jóia tivesse ainda ali guardada.
Hoje três anos depois ia sair e fui fechar a janela do meu quarto do computador. Quando entrei no quarto notei um papel dourado no chão perto da cama, me abaixei para pegar e jogar fora, quando peguei no papel não acreditei no que estava vendo, era minha Santinha caída no chão. Fiquei emocionada, foi como se achasse um tesouro perdido. Ainda não entendi como depois de três anos achei minha Nossa Senhora longe de onde havia perdido e sem entender de onde ela saiu. Hoje, só mexi no armário do quarto para pegar uns riscos que preciso sempre para riscar meus panos da cheche. Já arrumei este armário várias vezes, sempre que vem muita visita desocupo parte do armário e nunca achei nada. Estou muito muito feliz, acho que mamãe esta de olho em mim, graças à Deus.
quarta-feira, 18 de maio de 2011
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Bodas de brilhante de Odete e Silvino
Ontem fomos festejar com eles esse dia tão importante. Logo na chegada tiramos uma foto junto com o casal, que por sinal, como sempre, muito elegante e alegres.
O padre iniciou a cerimônia cantando uma música e logo depois fez a renovação dos votos. Quando disse que os noivos podiam se beijar, eles não perderam tempo. As mesas com um lindo arranjo de rosas e um castiçal com uma vela estavam um charme. Os salgados variados e gostosos eram oferecidos o tempo todo.
Perto de onde estava o conjunto tocando músicas saudosas, tinha um telão onde passava o tempo todo fotos da vida do casal, seus filhos , netos e bisnetos. Por mim, ficava olhando aquelas fotos o tempo todo, eram muitas recordações. Tinha uma foto de Odete com uma blusa, tipo cigana, lembro que um dia ela ia saindo de casa na Santa Clara, ela estava com aquela blusa e uma saia godê rodela, que estava na moda. Eu, lá no meu quarto, notei falta de uma anágua que eu tinha cheia de bordado inglês, desci as escadas correndo e encontrei Odete ainda na varanda. Pedi para ela tirar minha anágua, apesar dela pedir para sair com ela, pois as dela estavam para lavar. Eu sabia que o botão que prendia na cintura tinha caído e La ainda não pregara outro, não teve jeito teve que tirar saia ali mesmo na varanda, saiu murchinha. Eu era muito brabinha. A vida me ensinou a ser mais maleável, mas demorou.
A festa foi perfeita, não podia ser melhor. Só teve um probleminha, minha sandália estava apertando tanto o meu pé que por pouco não tirei a bendita e escondi embaixo da mesa. Agüentei mais um pouquinho, quando cheguei em casa a coisa tinha feito dois vergões no meu pé que estavam quase sangrando. Quem gostou foi Fran que ganhou uma sandália novinha, que faça bom proveito. Daqui a três anos, se estiver viva, vai ser minha vez de fazer bodas de brilhante, será que chego lá?
O padre iniciou a cerimônia cantando uma música e logo depois fez a renovação dos votos. Quando disse que os noivos podiam se beijar, eles não perderam tempo. As mesas com um lindo arranjo de rosas e um castiçal com uma vela estavam um charme. Os salgados variados e gostosos eram oferecidos o tempo todo.
Perto de onde estava o conjunto tocando músicas saudosas, tinha um telão onde passava o tempo todo fotos da vida do casal, seus filhos , netos e bisnetos. Por mim, ficava olhando aquelas fotos o tempo todo, eram muitas recordações. Tinha uma foto de Odete com uma blusa, tipo cigana, lembro que um dia ela ia saindo de casa na Santa Clara, ela estava com aquela blusa e uma saia godê rodela, que estava na moda. Eu, lá no meu quarto, notei falta de uma anágua que eu tinha cheia de bordado inglês, desci as escadas correndo e encontrei Odete ainda na varanda. Pedi para ela tirar minha anágua, apesar dela pedir para sair com ela, pois as dela estavam para lavar. Eu sabia que o botão que prendia na cintura tinha caído e La ainda não pregara outro, não teve jeito teve que tirar saia ali mesmo na varanda, saiu murchinha. Eu era muito brabinha. A vida me ensinou a ser mais maleável, mas demorou.
A festa foi perfeita, não podia ser melhor. Só teve um probleminha, minha sandália estava apertando tanto o meu pé que por pouco não tirei a bendita e escondi embaixo da mesa. Agüentei mais um pouquinho, quando cheguei em casa a coisa tinha feito dois vergões no meu pé que estavam quase sangrando. Quem gostou foi Fran que ganhou uma sandália novinha, que faça bom proveito. Daqui a três anos, se estiver viva, vai ser minha vez de fazer bodas de brilhante, será que chego lá?
segunda-feira, 28 de março de 2011
Tireoide
Comecei a emagrecer, apesar de estar me alimentando muito bem, em um mês perdi sete quilos. Muito desanimada e me cansando com pouca coisa, fui ao médico, que me mandou para um neurologista, que me receitou calmantes. Quando cheguei em casa Raul falou que eu não ia tomar nada que o médico receitara.
Lembrei que mamãe gostava muito do médico que tratara dela, fui a ele, que pediu vários exames. Fiz todos e nada acontecia, pediram exames dos rins, tudo estava bem. Foi aí que ele começou os exames para tireóide, com isto já haviam se passados seis meses. Fui a um especialista que me receitou um remédio que comecei a tomar logo. Mudei para um médico em Vila Velha e ele disse para eu continuar com a mesma dose mas pelo certo devia ter pedido outro exame.Fui inchando, meu cabelo virou pico e os meus olhos que eram bem pequenos,esbugalharam. Tive que parar de der aula de pintura pois um Médico de SP falou que eu estava com alergia a tinta. Dois meses depois que parei com as aulas, encontrava minhas alunas no supermercado e elas não me reconheciam, nem eu me reconhecia quando me olhava no espelho, o que evitava fazer.
Fui fazer tratamento em SP, aqui não faziam os exames que eu precisava, quando voltei fui a uma médica indicada pelo medico de SP, ai é que a coisa ficou feia mesmo... ela começou um tratamento a base de hormônio, que era o que eu mais tinha. Na minha perna apareceu uma mancha vermelha que parecia uma ferida cicatrizada, quando eu ia a algum médico eles perguntavam se havia feito exame de hanseníase, tudo resultado da dita cuja.
Fui procurar um professor das meninas que elas falaram que era ótimo médico. Foi a minha Sorte, ele ficou admirado do estado da glândula, começou o tratamento,ficou tão preocupado que ligava várias vezes durante o dia para saber como eu estava reagindo, foi o melhor médico que já tive.
Comecei com doze comprimidos, ele dizia que tinham passado minha tireóide na maquina de moer e foi difícil reconstruir! E eu fui diminuindo até chegar a meio comprimido por dia. Quem estiver em dúvida do que tem se for tireóide providencia logo, não desejo a ninguém!
Comecei a emagrecer, apesar de estar me alimentando muito bem, em um mês perdi sete quilos. Muito desanimada e me cansando com pouca coisa, fui ao médico, que me mandou para um neurologista, que me receitou calmantes. Quando cheguei em casa Raul falou que eu não ia tomar nada que o médico receitara.
Lembrei que mamãe gostava muito do médico que tratara dela, fui a ele, que pediu vários exames. Fiz todos e nada acontecia, pediram exames dos rins, tudo estava bem. Foi aí que ele começou os exames para tireóide, com isto já haviam se passados seis meses. Fui a um especialista que me receitou um remédio que comecei a tomar logo. Mudei para um médico em Vila Velha e ele disse para eu continuar com a mesma dose mas pelo certo devia ter pedido outro exame.Fui inchando, meu cabelo virou pico e os meus olhos que eram bem pequenos,esbugalharam. Tive que parar de der aula de pintura pois um Médico de SP falou que eu estava com alergia a tinta. Dois meses depois que parei com as aulas, encontrava minhas alunas no supermercado e elas não me reconheciam, nem eu me reconhecia quando me olhava no espelho, o que evitava fazer.
Fui fazer tratamento em SP, aqui não faziam os exames que eu precisava, quando voltei fui a uma médica indicada pelo medico de SP, ai é que a coisa ficou feia mesmo... ela começou um tratamento a base de hormônio, que era o que eu mais tinha. Na minha perna apareceu uma mancha vermelha que parecia uma ferida cicatrizada, quando eu ia a algum médico eles perguntavam se havia feito exame de hanseníase, tudo resultado da dita cuja.
Fui procurar um professor das meninas que elas falaram que era ótimo médico. Foi a minha Sorte, ele ficou admirado do estado da glândula, começou o tratamento,ficou tão preocupado que ligava várias vezes durante o dia para saber como eu estava reagindo, foi o melhor médico que já tive.
Comecei com doze comprimidos, ele dizia que tinham passado minha tireóide na maquina de moer e foi difícil reconstruir! E eu fui diminuindo até chegar a meio comprimido por dia. Quem estiver em dúvida do que tem se for tireóide providencia logo, não desejo a ninguém!
domingo, 27 de março de 2011
Esta semana vi no noticiário que operaram um joelho são por engano e lembrei que quando morávamos em SP, Raul foi extrair um dente que estava com problema, chegando no consultório o dentista passou mertiolathi no rosto dele, colocou as luvas e extraiu o dente do lado que estava bom. Raul ficou danado da vida mas teve mesmo que mudar de dentista.
Tenho cá minhas manias, quando começo a fazer pão, faço de todas as qualidades que sei. Ás vezes, vejo filmes sem parar. Mas também tenho algumas manias boas. Estou na fase de variar o máximo possível as comidas de todo dia. Não agüento mais Raul chegar na cozinha todo dia e perguntar,quem vem almoçar aqui hoje? É que estou lembrando de variedades que há muito não faço, mas é preciso paciência, são boas manias.O pior que com estas comidas como mais e a balança esta subindo.
Quando mudei para Vitoria só tinha missa no Santuário em Vila Velha, parei de freqüentar a igreja e me acomodei e assim fiquei por muito tempo. Comecei a ir novamente quando a Igreja aqui perto de casa foi inaugurada, ia à missa e quando acabava vinha para casa sem encontrar uma pessoa conhecida. Depois que vendemos o sítio, fui me oferecer para bordar para a creche Frei Aurelio,foi a melhor coisa que fiz. Quando saio da missa agora encontro tantas conhecidas que tenho que me apressar para vir para casa. Na quinta feira quando chego no salão os cumprimentos são calorosos e quando falto reclamam, é muito bom você saber que notam sua falta e festejam sua presença. Melhor ainda quando alguma das colegas fala ,Deus te abençoe, depois que mamãe morreu não ouço isto com muita freqüência e sinto falta.
Tenho cá minhas manias, quando começo a fazer pão, faço de todas as qualidades que sei. Ás vezes, vejo filmes sem parar. Mas também tenho algumas manias boas. Estou na fase de variar o máximo possível as comidas de todo dia. Não agüento mais Raul chegar na cozinha todo dia e perguntar,quem vem almoçar aqui hoje? É que estou lembrando de variedades que há muito não faço, mas é preciso paciência, são boas manias.O pior que com estas comidas como mais e a balança esta subindo.
Quando mudei para Vitoria só tinha missa no Santuário em Vila Velha, parei de freqüentar a igreja e me acomodei e assim fiquei por muito tempo. Comecei a ir novamente quando a Igreja aqui perto de casa foi inaugurada, ia à missa e quando acabava vinha para casa sem encontrar uma pessoa conhecida. Depois que vendemos o sítio, fui me oferecer para bordar para a creche Frei Aurelio,foi a melhor coisa que fiz. Quando saio da missa agora encontro tantas conhecidas que tenho que me apressar para vir para casa. Na quinta feira quando chego no salão os cumprimentos são calorosos e quando falto reclamam, é muito bom você saber que notam sua falta e festejam sua presença. Melhor ainda quando alguma das colegas fala ,Deus te abençoe, depois que mamãe morreu não ouço isto com muita freqüência e sinto falta.
quarta-feira, 23 de março de 2011
Enquanto as aulas não começavam ficamos passeando pelo Rio. Nosso almoço era sempre na Colombo que embaixo era confeitaria e em cima era um belo restaurante com música ao vivo. A comida era muito boa como também o serviço e era um lugar próximo do hotel. Cada dia mamãe convidava um parente e o nosso almoço era sempre animado. Atualidades
A primeira vez que fui ao Rio de Janeiro, foi quando fui para o internato. Chegamos lá mais ou menos na hora do almoço, quando o táxi que nos levava para o hotel passou por um cinema que estava passando um bom filme. Logo que chegamos ao hotel telefonamos convidando um primo para nos fazer companhia, ele aceitou e disse que viria nos encontrar. Almoçamos rápido e fomos para a portaria mas ele demorou muito e resolvemos ir logo. Assistimos o filme numa boa, quando voltamos para o hotel mamãe e papai estavam super preocupados nos procurando, acharam que tínhamos nos perdidos.
terça-feira, 22 de março de 2011
a Tv "nova"
Atualidades:
Temos uma TV de 29 polegadas na cozinha, que é o lugar mais freqüentado da casa. A TV deu defeito. acho que ela saturou com tanta gordura, foi para o conserto. No dia que o técnico estava trazendo ela caiu no chão e já viu, acabou! Como estava muito usada, Raul falou para o moço deixar para lá que estava tudo bem. Passados uns dias chegou outra TV para a cozinha, o técnico disse que esta estava lá há muito tempo, mandaram consertar e não foram buscar. Faz mais de ano que aconteceu e a TV esta aqui dando conta do recado. Semana passada apareceu um probleminha, achei ótimo, assim Raul compraria uma TV moderna e a beneficiária seria eu, pois meu reduto é a cozinha! Mas a danada ressuscitou, está firme e forte! Vou esperar mais um pouco, depois vou dar um jeito nela para sumir de vez.
Temos uma TV de 29 polegadas na cozinha, que é o lugar mais freqüentado da casa. A TV deu defeito. acho que ela saturou com tanta gordura, foi para o conserto. No dia que o técnico estava trazendo ela caiu no chão e já viu, acabou! Como estava muito usada, Raul falou para o moço deixar para lá que estava tudo bem. Passados uns dias chegou outra TV para a cozinha, o técnico disse que esta estava lá há muito tempo, mandaram consertar e não foram buscar. Faz mais de ano que aconteceu e a TV esta aqui dando conta do recado. Semana passada apareceu um probleminha, achei ótimo, assim Raul compraria uma TV moderna e a beneficiária seria eu, pois meu reduto é a cozinha! Mas a danada ressuscitou, está firme e forte! Vou esperar mais um pouco, depois vou dar um jeito nela para sumir de vez.
segunda-feira, 7 de março de 2011
o Furo
Desde que eu morava em São Bernardo comentava que queria que meu enterro fosse animado, com muita música! Não musica de velório, mas aquelas que eu gostava de ouvir. Pedi a Luciana e Raulzinho para fazerem a seleção e, ás vezes, falava essa música que esta tocando põe na gravação do meu velório. Falei para Luciana que ela levaria a gravação e não deixaria de colocar para todos ouvirem mas ela falou que vai colocar um walkMam no meu ouvido no caixão e assim eu ouço o que eu quero. Diante desta atitude dela, acho que meu enterro será sem graça, como todos os outros não vai valer a pena.
Numa época de minha vida fui a um medico e ele disse que eu estava com um caroço no seio e que precisava operar com urgência. Um irmão de Raul, que mora em SP, quando soube telefonou para irmos pra lá, resolvemos ficar por aqui. Raul disse que se sentia viúvo. No dia das mães anterior a operação tiraram retratos o tempo todo e eu só observando....
Dia da operação, exames de risco cirúrgico prontos, familia toda no hospital. Fui para o centro cirúrgico e lá além do meu medico, um especialista em mama que depois que me examinou e falou que não era caroço, mas só gordura. Esse médico que assustou todo mundo deu o maior furo.
No mesmo dia quando estava em casa tranqüila, depois da decepção sem operação, veio um colega de Raul nos convidar para comermos muqueca de lagosta para comemorarnos que tudo tinha dado certo. Foi muito bom este convite e sou grata a ele por esta delicadeza!
Numa época de minha vida fui a um medico e ele disse que eu estava com um caroço no seio e que precisava operar com urgência. Um irmão de Raul, que mora em SP, quando soube telefonou para irmos pra lá, resolvemos ficar por aqui. Raul disse que se sentia viúvo. No dia das mães anterior a operação tiraram retratos o tempo todo e eu só observando....
Dia da operação, exames de risco cirúrgico prontos, familia toda no hospital. Fui para o centro cirúrgico e lá além do meu medico, um especialista em mama que depois que me examinou e falou que não era caroço, mas só gordura. Esse médico que assustou todo mundo deu o maior furo.
No mesmo dia quando estava em casa tranqüila, depois da decepção sem operação, veio um colega de Raul nos convidar para comermos muqueca de lagosta para comemorarnos que tudo tinha dado certo. Foi muito bom este convite e sou grata a ele por esta delicadeza!
sábado, 5 de março de 2011
As mudanças de Mônica
Mônica e Francesca sempre dormiram no mesmo quarto e Luciana no outro menor com Leina. No dia que Mônica marcou o dia do casamento, quando saiu para dar uma volta, encontrou tudo mudado. Luciana estava querendo ficar com o quarto maior há muito tempo e não perdeu a chance. Precisava ver a revolta de Mônica quando voltou e viu que foi transferida rapidamente para o outro quarto. Falou: "nunca pensei que estivessem com tanta pressa para pegar o quarto", ás vezes ainda fala sobre isso.
Quando Mônica mudou para o Rio Grande do Sul, achei que ela ia gostar, mas me enganei. Logo que chegou lá, estranhou muito, no telefone se notava que ela não estava bem. Foi para lá em janeiro.
No aniversário dela, em fevereiro, quando conversamos pelo telefone, perguntei o que ia fazer de diferente e ela disse: "vou à aula de inglês, estamos com pouco dinheiro", falei "faz ao menos um pic nic, qualquer coisa para não passar em branco". Desliguei o telefone e falei, "Raul, Mônica não esta feliz, está muito triste", é ai que ele me surpreende, como sempre! "Pergunta se ela quer voltar, vou lá e trago o carro dela com tudo que está dentro como quando ela saiu daqui". Ela aceitou. Ela e Thaissa vieram de ônibus e, conforme prometeu, Raul foi buscar o carro. Quando ela saltou do ônibus não dava para reconhecer, estava magra com o cabelo descuidado e escuro. Foi muito bom ela ter voltado. Duas semanas depois que chegou, uma amiga nossa que estava aqui em casa falou, "Mônica mal chegou e meu vizinho está apaixonado por ela".
Começou a namorar e ficou com ele muitos anos.
Começou a produzir vídeos para propaganda, depois se firmou como fotógrafa. Sempre trabalhou muito, mas mesmo no trabalho arranjava tempo para se divertir como até hoje faz!!!!
Quando Mônica mudou para o Rio Grande do Sul, achei que ela ia gostar, mas me enganei. Logo que chegou lá, estranhou muito, no telefone se notava que ela não estava bem. Foi para lá em janeiro.
No aniversário dela, em fevereiro, quando conversamos pelo telefone, perguntei o que ia fazer de diferente e ela disse: "vou à aula de inglês, estamos com pouco dinheiro", falei "faz ao menos um pic nic, qualquer coisa para não passar em branco". Desliguei o telefone e falei, "Raul, Mônica não esta feliz, está muito triste", é ai que ele me surpreende, como sempre! "Pergunta se ela quer voltar, vou lá e trago o carro dela com tudo que está dentro como quando ela saiu daqui". Ela aceitou. Ela e Thaissa vieram de ônibus e, conforme prometeu, Raul foi buscar o carro. Quando ela saltou do ônibus não dava para reconhecer, estava magra com o cabelo descuidado e escuro. Foi muito bom ela ter voltado. Duas semanas depois que chegou, uma amiga nossa que estava aqui em casa falou, "Mônica mal chegou e meu vizinho está apaixonado por ela".
Começou a namorar e ficou com ele muitos anos.
Começou a produzir vídeos para propaganda, depois se firmou como fotógrafa. Sempre trabalhou muito, mas mesmo no trabalho arranjava tempo para se divertir como até hoje faz!!!!
sexta-feira, 4 de março de 2011
As saídas dos filhos
Raul estava viajando e quando isto acontecia eu me sentia muito responsável com as crianças. Sábado, Mônica e Francesca saíram para o Vila, um bar onde a moçada se reunia. Falei que queria que voltassem até a meia-noite. Fiquei esperando na sacada lá de cima, deu meia-noite e trinta e nada! Eu rezava e esperava. Quando deu duas horas ouvi as duas entrando e dando risada,fui logo querendo saber como tiveram coragem de ficar até aquela hora na rua e elas na maior certeza que estavam agradando falaram, nós estávamos com Zorza, sentadas na beirada da calçada do Mug, conversando e contando piada. Como eu dentro de casa super preocupada podia imaginar que isto estivesse acontecendo?
Perdi uma noite pensando tudo de ruim que pudesse estar acontecendo, prometi a mim mesma, não espero ninguém mais quando sair, peço para Deus dar uma olhada e se tiver que acontecer algo vai acontecer estando eu acordada ou dormindo.
Zorza pediu o carro para sair sábado á noite, como sempre, Raul emprestou fazendo mil recomendações! Mas com o Zorza as coisas aconteciam, por mais cuidado que ele tomasse. Estávamos dormindo quando por telefone ele avisou que tinha batido o carro na Praia do Canto. Ainda bem que não machucou ninguém, mas o susto foi grande.
Perdi uma noite pensando tudo de ruim que pudesse estar acontecendo, prometi a mim mesma, não espero ninguém mais quando sair, peço para Deus dar uma olhada e se tiver que acontecer algo vai acontecer estando eu acordada ou dormindo.
Zorza pediu o carro para sair sábado á noite, como sempre, Raul emprestou fazendo mil recomendações! Mas com o Zorza as coisas aconteciam, por mais cuidado que ele tomasse. Estávamos dormindo quando por telefone ele avisou que tinha batido o carro na Praia do Canto. Ainda bem que não machucou ninguém, mas o susto foi grande.
quinta-feira, 3 de março de 2011
Ladrões X Fran X bagunça
Quando chegava perto do carnaval, Mônica e Francesca se animavam para ir para Iriri, onde elas gostavam de brincar. Nem uma das duas era muito fã de música sertaneja. Na casa que elas ficaram tinha uma turma grande de campos e eles colocavam música de Chitãozinho e Chororó o tempo todo, de tanto ouvir acabaram gostando. Voltaram do carnaval cantando coisas que eu nunca tinha ouvido elas cantarem. Enquanto elas estavam apreciando os sertanejos e bricando no carnaval, Thaissa ficou comigo, mesmo com os protestos de Raul, que queria que Mônica ficasse com ela sem direito a se divertir, mesmo tendo só vinte e dois anos.
Como ele emburrou, eu e Tati ficávamos na nossa, acordávamos e logo íamos para a piscina, onde só saíamos para almoçar, voltávamos para a água, pois o calor era demais e ficávamos ate aparecer as estrelas no céu. Foi um carnaval ótimo, tranqüilo e molhado.
Tínhamos um amigo que tinha um sítio, quando íamos para lá, Francesca ficava sozinha aqui em casa. Um sábado pela manhã quando acordou, viu que tinha um estranho no quintal, ligou para o namorado, que ligou para a policia. Quando a policia chegou, o cara já tinha sumido! Eles entraram em casa para ver se tinha alguém, quando acabaram de constatar que não havia ninguém falaram, "só tem um quarto lá em cima que esta todo revirado com roupa por toda parte", nas eles não sabiam que Francesca, antes de sair, trocava várias roupas até se decidir com qual sairia, era bagunceira mesmo, ela disse era naquele quarto que ela estava e que ali ele, o ladrão não entrara. A policia foi embora e, depois de pegar alguma roupa, foi para a casa do namorado nos esperar, pois voltamos logo que soubemos do ocorrido. Quando chegou no quarto, notou falta do relógio e dos óculos esporte, mas foi aconselhada a não reclamar pois podia haver confusão.
Passados uns dias andando no calçadão viu a dupla que estivera aqui no dia do ladrão, um deles estava com o óculos e o outro com o relógio, é claro que ela passou longe deles. Hoje em dia, quando ela reclama que as crianças dela são bagunceiras, fico só olhando para o pé dela mas ela nem se toca.
Como ele emburrou, eu e Tati ficávamos na nossa, acordávamos e logo íamos para a piscina, onde só saíamos para almoçar, voltávamos para a água, pois o calor era demais e ficávamos ate aparecer as estrelas no céu. Foi um carnaval ótimo, tranqüilo e molhado.
Tínhamos um amigo que tinha um sítio, quando íamos para lá, Francesca ficava sozinha aqui em casa. Um sábado pela manhã quando acordou, viu que tinha um estranho no quintal, ligou para o namorado, que ligou para a policia. Quando a policia chegou, o cara já tinha sumido! Eles entraram em casa para ver se tinha alguém, quando acabaram de constatar que não havia ninguém falaram, "só tem um quarto lá em cima que esta todo revirado com roupa por toda parte", nas eles não sabiam que Francesca, antes de sair, trocava várias roupas até se decidir com qual sairia, era bagunceira mesmo, ela disse era naquele quarto que ela estava e que ali ele, o ladrão não entrara. A policia foi embora e, depois de pegar alguma roupa, foi para a casa do namorado nos esperar, pois voltamos logo que soubemos do ocorrido. Quando chegou no quarto, notou falta do relógio e dos óculos esporte, mas foi aconselhada a não reclamar pois podia haver confusão.
Passados uns dias andando no calçadão viu a dupla que estivera aqui no dia do ladrão, um deles estava com o óculos e o outro com o relógio, é claro que ela passou longe deles. Hoje em dia, quando ela reclama que as crianças dela são bagunceiras, fico só olhando para o pé dela mas ela nem se toca.
terça-feira, 1 de março de 2011
Filhos e suas surpresas
Francesca estava animada, uma colega dela estava fazendo anos e ela ia ao aniversário. Neste tempo, ela tinha o cabelo natural, ligeiramente ondulado. Eu havia comprado um carro usado, um corcel, para emprestar para quando as crianças precisassem sair. Eu e Luciana fomos levar Francesca atá a casa da aniversariante que era em Vila Velha, só que quando ela saltou do carro uma barata voadora foi se meter dentro do cabelo dela. Falamos logo "uma barata no seu cabelo", ainda bem que não foi na roupa, acho que ela tiraria tudo ali mesmo. Depois que conseguiu se livrar do inseto foi para o aniversario bela e faceira, mas nos no carro não parávamos de rir.
Na Copa de Setenta estávamos todos reunidos em nossa casa em São Paulo, quando nos últimos minutos da decisão, Raulzinho resolve soltar um rojão, foi para a janela do quarto, mas ao em vez do foguete subir, ele veio para o corpo dele, parecia que ele havia levado uma facada. Para eu e Raul a Copa acabou aquela hora, fomos levar Raulzinho para o pronto-socorro, mas depois de medicado ficou bem.
Mõnica e Francesca dormiam em uma bicama, Mônica dormia na de baixo. lá em casa estava aparecendo um camundongo, resolvi colocar uma ratoeira para pegar o bichinho. Com medo das crianças se machucarem, arranjei um lugar bem escondido, embaixo da cama de Francesca. No dia seguinte tinha esquecido da ratoeira, estava na parte de baixo da casa, quando vi um foguete que era a Mônica passar correndo e chorando do meu lado. Ela acordou e viu o ratinho na ratoeira perto da cama dela, ela ria e chorava ao mesmo tempo. Até hoje, quando lembro disso tenho que rir, o horror que estava na carinha dela era demais.
Leina nasceu e, passado uns dias, o leite de Luciana diminuiu, ela veio perguntar o que devia fazer, falei para ela engrossar o leite com maisena, assim ela fez! No dia seguinte, estava na cozinha e vi que ela colocava o leite na mamadeira, juntava o açúcar e a maizena, sacudia bem e ia subindo a escada. Perguntei: você não vai deixar a maizena cozinhar? Ela falou: a senhora não me avisou, estou dando assim e Leina esta gostando. Ainda bem que ela não sentiu nada mas gozamos muito com a Luciana.
Na Copa de Setenta estávamos todos reunidos em nossa casa em São Paulo, quando nos últimos minutos da decisão, Raulzinho resolve soltar um rojão, foi para a janela do quarto, mas ao em vez do foguete subir, ele veio para o corpo dele, parecia que ele havia levado uma facada. Para eu e Raul a Copa acabou aquela hora, fomos levar Raulzinho para o pronto-socorro, mas depois de medicado ficou bem.
Mõnica e Francesca dormiam em uma bicama, Mônica dormia na de baixo. lá em casa estava aparecendo um camundongo, resolvi colocar uma ratoeira para pegar o bichinho. Com medo das crianças se machucarem, arranjei um lugar bem escondido, embaixo da cama de Francesca. No dia seguinte tinha esquecido da ratoeira, estava na parte de baixo da casa, quando vi um foguete que era a Mônica passar correndo e chorando do meu lado. Ela acordou e viu o ratinho na ratoeira perto da cama dela, ela ria e chorava ao mesmo tempo. Até hoje, quando lembro disso tenho que rir, o horror que estava na carinha dela era demais.
Leina nasceu e, passado uns dias, o leite de Luciana diminuiu, ela veio perguntar o que devia fazer, falei para ela engrossar o leite com maisena, assim ela fez! No dia seguinte, estava na cozinha e vi que ela colocava o leite na mamadeira, juntava o açúcar e a maizena, sacudia bem e ia subindo a escada. Perguntei: você não vai deixar a maizena cozinhar? Ela falou: a senhora não me avisou, estou dando assim e Leina esta gostando. Ainda bem que ela não sentiu nada mas gozamos muito com a Luciana.
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Risos nas aulas de pintura
Sempre arranjamos ajudantes colocando anuncio na Gazeta. Estavamos precisando de uma pessoa para nos ajudar, quando tocou o telefone e fui atender. Era uma mulher muito educada, dizendo que tinha prática do serviço mas que tinha um problema, desconversei, achando que fosse filho pequeno, querendo sair mais cedo, essas coisas, mas ela disse que era melhor eu saber logo qual era o problema dela, perguntei afinal qual era, ela disse é que eu gosto de dormir com o patrão. Fiquei parada com o telefone na mão sem ação, foi quando desliguei e contei para as pessoas que estavam aqui.
No dia seguinte, na hora da aula de pintura comentei sobre o telefonema e todas deram risada. Depois de mais de mês, vi que uma aluna muito antiga estava dando muita risada com outra, perguntei o que era e a danada da Zezé disse que quem passou o trote foi ela, que estava olhando os classificados e não resistiu, que teve que se controlar muito para não contar quando contei na aula. Falei para ela que ia contar para Raul e ela morria de medo que eu fizesse isso. Tinha uma aluna que começou a contar a lua de mel dela mas ela ria mais que todo mundo. Disse que o desastre já começou no avião, ela entornou sem querer um copo de limonada no passageiro da frente. Quando chegaram no hotel ao em vez de passar desodorante íntimo, errou e passou o comum, disse que dava pulos de mais de um metro de altura. A aula virava bagunça todo mundo ria muito. Uma aluna estava comentando que queriam trocar o nome da rua que era o nome do marido dela que tinha fundado o bairro, por um cara que ela nem sabia de onde tinha vindo, que ia na prefeitura reclamar! Foi quando a colega do lado dela falou, estão querendo trocar pelo nome do meu marido que morreu e era um militar. Quem ficou muito sem graça foi a aluna que estava reinvidicando que o nome não fosse trocado, a outra não se ofendeu.
Um dia chegou uma aluna com o cabelo enrolado com bobies durante a aula começou a aparecer moscas no atelier, aquela aluna da lua de mel começou a rir e falou seu cabelo é que está trazendo moscas, ela tinha enrolado o cabelo com cerveja e era isto q eu estava atraindo os insetos. Tudo era motivo de riso , quem viesse com problema esquecia tudo. Tinha uma baiana que parou de ir ao psicólogo porque ele disse que a aula era melhor que qualquer tratamento. Não quero voltar nem um dia de minha vida , mas se fosse obrigada queria voltar àquelas aulas divertidas.
No dia seguinte, na hora da aula de pintura comentei sobre o telefonema e todas deram risada. Depois de mais de mês, vi que uma aluna muito antiga estava dando muita risada com outra, perguntei o que era e a danada da Zezé disse que quem passou o trote foi ela, que estava olhando os classificados e não resistiu, que teve que se controlar muito para não contar quando contei na aula. Falei para ela que ia contar para Raul e ela morria de medo que eu fizesse isso. Tinha uma aluna que começou a contar a lua de mel dela mas ela ria mais que todo mundo. Disse que o desastre já começou no avião, ela entornou sem querer um copo de limonada no passageiro da frente. Quando chegaram no hotel ao em vez de passar desodorante íntimo, errou e passou o comum, disse que dava pulos de mais de um metro de altura. A aula virava bagunça todo mundo ria muito. Uma aluna estava comentando que queriam trocar o nome da rua que era o nome do marido dela que tinha fundado o bairro, por um cara que ela nem sabia de onde tinha vindo, que ia na prefeitura reclamar! Foi quando a colega do lado dela falou, estão querendo trocar pelo nome do meu marido que morreu e era um militar. Quem ficou muito sem graça foi a aluna que estava reinvidicando que o nome não fosse trocado, a outra não se ofendeu.
Um dia chegou uma aluna com o cabelo enrolado com bobies durante a aula começou a aparecer moscas no atelier, aquela aluna da lua de mel começou a rir e falou seu cabelo é que está trazendo moscas, ela tinha enrolado o cabelo com cerveja e era isto q eu estava atraindo os insetos. Tudo era motivo de riso , quem viesse com problema esquecia tudo. Tinha uma baiana que parou de ir ao psicólogo porque ele disse que a aula era melhor que qualquer tratamento. Não quero voltar nem um dia de minha vida , mas se fosse obrigada queria voltar àquelas aulas divertidas.
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Pirraças
Gostava muito de ver um programa em São Paulo de um Padre que dava uns conselhos muito bons. Ele falava, quando você sair com uma criança, é claro que vai estar segurando na mão dela, mas quando passar por uma vitrine, se ela estiver olhando as coisas expostas pare e deixe ela apreciar o que está vendo. Para você talvez aquilo não seja interessante mas visto do ângulo dela deve ser. Pare um pouquinho, ela vai gostar muito.
Quando saia de casa com meus filhos avisava, não é para pedir nada na rua e se chorar vou dar um beliscão embaixo do braço que é o lugar que dói mais. Ia a todos os lugares que precisava, quando queria comprava alguma coisa para eles, não precisei dar o famoso beliscão. Um dia fui com uma neta a um supermercado e avisei, não peça nada, o que eu puder eu compro. Não deu outra,logo que chegamos ela foi pedindo biscoito, falei que no final compraria, ela emburrou e começou a chorar alto e a fazer pirraça. Fui chegando perto dela e avisei "se você não parar eu vou embora e você vai ficar ai, não vou passar vergonha por sua causa". Fui lá para fora do supermecado e ela lá dentro chorando, quando viu que eu ia embora resolveu parar. No final, como havia prometido, comprei os biscoitos que ela queria. Isto porque, quando eu casei, vindo de Colatina para Vitória de trem, vi uma criança que queria guaraná e a mãe não deu se jogar no meio do trem fazendo a maior pirraça. Pensei comigo, eu não vou deixar filho meu me fazer passar esta vergonha. Até hoje eles se comportam muito bem senão vai um beliscão embaixo do braço, dói pra xuxu.
Quando saia de casa com meus filhos avisava, não é para pedir nada na rua e se chorar vou dar um beliscão embaixo do braço que é o lugar que dói mais. Ia a todos os lugares que precisava, quando queria comprava alguma coisa para eles, não precisei dar o famoso beliscão. Um dia fui com uma neta a um supermercado e avisei, não peça nada, o que eu puder eu compro. Não deu outra,logo que chegamos ela foi pedindo biscoito, falei que no final compraria, ela emburrou e começou a chorar alto e a fazer pirraça. Fui chegando perto dela e avisei "se você não parar eu vou embora e você vai ficar ai, não vou passar vergonha por sua causa". Fui lá para fora do supermecado e ela lá dentro chorando, quando viu que eu ia embora resolveu parar. No final, como havia prometido, comprei os biscoitos que ela queria. Isto porque, quando eu casei, vindo de Colatina para Vitória de trem, vi uma criança que queria guaraná e a mãe não deu se jogar no meio do trem fazendo a maior pirraça. Pensei comigo, eu não vou deixar filho meu me fazer passar esta vergonha. Até hoje eles se comportam muito bem senão vai um beliscão embaixo do braço, dói pra xuxu.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Férias em vitória
Eu e Anna sempre amigas e conversando sempre pelo muro do quintal. Raul vendeu o Chevrolet e comprou um Vanguard, um carro que dava mais trabalho que serventia. Viemos passar as férias em Vitória.
Quando chegamos no Morro do Côco o carro não andava de jeito nenhum, tinha muita lama e, além de atolados, estávamos ficando sem bateria. Isso tudo com o carro com sete pessoas dentro às dua horas da madrugada. Estávamos pensando que teríamos que esperar o dia amanhecer mas passou um caminhoneiro que rebocou nosso carro e saímos daquele sufoco.
Quando íamos chegando na praia da Costa a qualquer hora tomávamos um banho de mar era o mais queríamos. Neste ano que Monica nasceu foi pó ano da revolução, Raul foi em casa me buscar e fomos paraa cooperativa comprar mantimentos, não sabíamos como ia ficar a situação e fomos logo nos garantir, o transito parecia véspera de Natal para todos os lados carros que não acabavam. Ainda bem que foi mais susto.Vendemos o carro para Nevio e compramos uma Kombi nossa turma estava muito grande e não teve outro jeito.
Anna ganhou uma Máquina de costura fez o curso e começou a costura para varias conhecidas, eu costurava de alegre mas ela era pra valer. Usava o cinto igual ao vestido, do mesmo tecido e Nevio ficou com a confecção dos cintos . Neste ano fiz cirurgia de períneo, foi dureza, fiquei uma semana no hospital , so via Raul à noite quando chegava para dormir e me fazer companhia, era muito ruim não ter ninguém durante o dia todo. Convidamos os pais de Anna para irem à Vitoria passar as férias, viriam e voltariam conosco . Ficaram hospedados na casa de mamãe que gostava muito deles.
Quando estávamos voltando , Nevio e a família estavam de férias e resolvemos que a kombi daria para todo mundo . quando chegamos no Rio passamos da saída para SP Nevio falou para passar sobre o canteiro,mas o guarda viu, nos parou e não queria que continuássemos a viagem, depois de muita conversa e com pena daquela confusão nos liberou, carro com treze pessoas em plena Av. Brasil às três horas da tarde ,muito calor e cansaço.
Durante a viagem para distrair as crianças cantávamos contávamos os caminhões fazíamos advinhações, mas tinha uma hora que começavam as briguinhas “ quem ia dormir no edredom que arrumávamos La atras do carro “ nessa hora eu avisava quem começar abrigar pode desces do carro que vai ficar na beira da estrada e vamos embora, é claro que não acreditavam mas ficavam mais calmos.
Nas férias como todos os filhos de D Rosa estavam em Vitoria íamos a todos passeios, Camburi que so tinha mato Carapebus era tudo de bom com aquela lagoa de água quentinha. Iamos a Guarapari, nova Almeida e sempre com a turma toda,quase não ficava na casa de mamãe, hoje vejo que devia ter ficado mais com ela . Um dia das férias tinha um jantar na casa da tia de Raul era quando nos arrumavamos mais e era muito gostoso principalmente por Tio Moacyr que era uma pessoa muito querida.
Quando chegamos no Morro do Côco o carro não andava de jeito nenhum, tinha muita lama e, além de atolados, estávamos ficando sem bateria. Isso tudo com o carro com sete pessoas dentro às dua horas da madrugada. Estávamos pensando que teríamos que esperar o dia amanhecer mas passou um caminhoneiro que rebocou nosso carro e saímos daquele sufoco.
Quando íamos chegando na praia da Costa a qualquer hora tomávamos um banho de mar era o mais queríamos. Neste ano que Monica nasceu foi pó ano da revolução, Raul foi em casa me buscar e fomos paraa cooperativa comprar mantimentos, não sabíamos como ia ficar a situação e fomos logo nos garantir, o transito parecia véspera de Natal para todos os lados carros que não acabavam. Ainda bem que foi mais susto.Vendemos o carro para Nevio e compramos uma Kombi nossa turma estava muito grande e não teve outro jeito.
Anna ganhou uma Máquina de costura fez o curso e começou a costura para varias conhecidas, eu costurava de alegre mas ela era pra valer. Usava o cinto igual ao vestido, do mesmo tecido e Nevio ficou com a confecção dos cintos . Neste ano fiz cirurgia de períneo, foi dureza, fiquei uma semana no hospital , so via Raul à noite quando chegava para dormir e me fazer companhia, era muito ruim não ter ninguém durante o dia todo. Convidamos os pais de Anna para irem à Vitoria passar as férias, viriam e voltariam conosco . Ficaram hospedados na casa de mamãe que gostava muito deles.
Quando estávamos voltando , Nevio e a família estavam de férias e resolvemos que a kombi daria para todo mundo . quando chegamos no Rio passamos da saída para SP Nevio falou para passar sobre o canteiro,mas o guarda viu, nos parou e não queria que continuássemos a viagem, depois de muita conversa e com pena daquela confusão nos liberou, carro com treze pessoas em plena Av. Brasil às três horas da tarde ,muito calor e cansaço.
Durante a viagem para distrair as crianças cantávamos contávamos os caminhões fazíamos advinhações, mas tinha uma hora que começavam as briguinhas “ quem ia dormir no edredom que arrumávamos La atras do carro “ nessa hora eu avisava quem começar abrigar pode desces do carro que vai ficar na beira da estrada e vamos embora, é claro que não acreditavam mas ficavam mais calmos.
Nas férias como todos os filhos de D Rosa estavam em Vitoria íamos a todos passeios, Camburi que so tinha mato Carapebus era tudo de bom com aquela lagoa de água quentinha. Iamos a Guarapari, nova Almeida e sempre com a turma toda,quase não ficava na casa de mamãe, hoje vejo que devia ter ficado mais com ela . Um dia das férias tinha um jantar na casa da tia de Raul era quando nos arrumavamos mais e era muito gostoso principalmente por Tio Moacyr que era uma pessoa muito querida.
Assinar:
Postagens (Atom)